Mais uma mestre
Muitos parabéns e, apesar de hoje em dia o mestrado não nos abrir muitas portas como antes, espero que não seja o teu caso.
Sei que só daqui por uns dias vais ter noção do grande “peso” que finalmente saiu das tuas costas e que vais andar de um lado para o outro sem saber muito bem como ocupar o tempo, é mesmo assim.
No entanto, com a energia que tens e com a vontade desenfreada de estar ocupada com tudo e mais alguma coisa, estou certa que logo arranjas um milhão de coisas com que te ocupares. Muita sorte nesta nova fase e tudo de bom é o que te desejo. Sabes o grande carinho que tenho por ti e as saudades que tenho de partilhar o apartamento e um pedaço da minha vida contigo, das nossas caminhadas e das nossas tertúlias filosóficas e claro, não podia deixar de mencionar, da nossa hora Friends. Um beijinho grande para a nova mestrinha. A todos, boas leituras.
Olá a todos,
Já há algum tempo que ando para escrever aqui sobre o motivo pelo qual escolhi Butterfly para assinar os meus post. A verdade é que a escolha não veio ao acaso. As borboletas são seres lindos, a meus olhos. Têm uma agilidade, beleza, destreza, graciosidade e liberdade que adoro.
“À minha filha em França” de Barbara e Stephanie Keating, que fala sobre a 2ª gerra mundial, as dificuldades passadas naquele tempo, as imensas violações dos direitos humanos, as amizades que se criaram, a lealdade entre quem acreditava em algo melhor e os amores que surgiam da entreajuda. Marcas que ficaram ao longo do tempo e que só passados anos foram amenizadas mas nunca ultrapassadas. Aconselho vivamente. A música leva-me sempre para as páginas desse livro e para todas as emoções que ele me trasmitiu. Se tiverem oportunidade ouçam a versão de Patricia Kaas. Para mim, até agora, é das melhores. Espero que gostem.